Iphone, pra que?

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| By : André


Já pensou em ter uma tatuagem que interage com dispositivos eletrônicos via Bluetooth? Muito futurista? Pois saiba que isso existe.

Apresentada na competição Greener Gadget Design, realizada em Nova York, que mostra inovações de todos os tipos, a tatuagem de interface digital permite mostrar vídeo ou imagem na pele do tatuado.

Como possui comunicador Bluetooth, a "tatuagem" consegue interagir com telefones celulares. Dá até para atender a uma chamada usando o dispositivo implantado no corpo. E quando a ligação acaba, o display pode ser desligado.

A tatuagem mede 2 por 4 polegadas (praticamente 5x10cm) e é inserida por meio de uma microcirurgia. Ela é colocada entre o músculo e a pele, sendo que dois microtubos são ligados a uma artéria e uma veia para permitir que o sangue chegue a uma célula de combustível, que converte oxigênio e glicose em eletricidade. O sangue depois retorna à veia.

A interface é do tipo touchscreen e tem microesferas combinadas para formar os desenhos (um processo semelhante a de uma tatuagem real, já que a pele humana é cheia de poros).

Já que funciona através do fluxo sanguíneo, o dispositivo fica ligado o tempo todo. Quem quiser desligar o dispositivo só precisa clicar no botão encontrado na interface touchscreen. Apesar de inovadora, ainda não há previsão de comercialização deste tipo de tatuagem.

Fonte: Revista Época

Quem dá mais? (Ops)

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| By : André

Madri (EFE) - A equatoriana Evelyn Dueñas, 28 anos - que vive na cidade espanhola de Valência há sete anos - decidiu leiloar sua virgindade para ajudar no tratamento de saúde da mãe e, se possível, conseguir estabilidade financeira para estudar medicina, segundo anúncio divulgado na internet. A "oferta" ganhou ainda mais notoriedade após matéria publicada na edição eletrônica do diário espanhol El Mundo. Ela contou ao jornal que o seu atual trabalho, com limpeza, não é o suficientes para custear o atendimento médico a mãe, que mora no Equador.

A jovem assegura que foi educada "sob princípios religiosos" e que a pessoa que "conquistar" sua virgindade receberá um certificado médico como prova da mesma. Evelyn detalha as condições do acordo e deixa claro que está à procura de um relacionamento de longa duração. Ela destacou que sempre teve educação tradicionalista."Meus pais me ensinaram que uma mulher tem que chegar virgem ao casamento, ser de um homem só e se entregar a quem ama", disse ao El Mundo. No entanto, ela abriu mão do princípio para ajudar a mãe e, se a crifra for generosa, ainda investirá no seu curso.

Tudo indica que ela conseguirá, com folga, o dinheiro. Segundo o El Mundo, a jovem já recebeu centenas de propostas, uma no valor de 2,3 milhões de euros. "Não acredito que o leilão vá resolver o meu problema, mas vai me proporcionar alguma estabilidade financeira", disse ela ao jornal espanhol.

Fonte: Diário de Pernambuco

NIGHTBOYS - The Pussycat Dolls Cover

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| By : André

Depois de "BOYS CDU" e "PHILIPINOS BOYS DANCE", com vcs os "NIGHTBOYS"...a versão cover "masculina" do The Pussycat Dolls.



PUTA QUE PARIUUUUUU!!!!!!

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| By : André

Falar palavrões pode ajudar a diminuir a sensação de dor física, segundo um estudo da Escola de Psicologia da Universidade de Keele, na Inglaterra, publicado pela revista especializada NeuroReport.

No estudo, liderado pelo psicólogo Richard Stephens, 64 voluntários colocaram suas mãos em baldes de água cheios de gelo, enquanto falavam um palavrão escolhido por eles.

Em seguida, os mesmos voluntários deveriam repetir a experiência, mas em vez de dizer palavrões, deveriam escolher uma palavra normalmente usada para descrever uma mesa.

Enquanto falavam palavrões, os voluntários suportaram a dor por 40 segundos a mais, em média. Seu relato também demonstrou que eles sentiram menos dor enquanto falavam palavrões.

O batimento cardíaco dos voluntários também foi medido durante a experiência e se mostrou mais acelerado quando eles falavam palavrões.

Os cientistas acreditam que o aumento do ritmo de batimentos cardíacos pode indicar um aumento da agressividade, que, por sua vez, diminuiria a sensação de dor.

Para os cientistas, no passado isso teria sido útil para que nossos ancestrais, em situação de risco, suportassem mais a dor para fugir ou lutar contra um possível agressor.

O que está claro é que falar palavrões provoca não apenas uma resposta emocional, mas também uma resposta física, o que pode explicar por que a prática de falar palavrões existe há séculos e persiste até hoje, afirma o estudo.

"(A prática de) Falar palavrões existe há séculos e é quase um fenômeno linguístico humano universal", diz Stephens.

"Ela mexe com o centro emocional do cérebro e parece crescer no lado direito do cérebro, enquanto que a maior parte da produção linguística ocorre do lado esquerdo. Nossa pesquisa mostra uma razão potencial para o surgimento dos palavrões, e porque eles persistem até hoje." Um estudo anterior, da Universidade de Norwich, mostrou que o uso de palavrões ajuda a diminuir o estresse no ambiente de trabalho.

Fonte: UOL Notícias

Toda Cagada! (literalmente!)

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Uma jornalista italiana, em uma transmissão ao vivo, não consegue segurar e acaba...é melhor ver o vídeo...rsrsrsrs

Valeu Júniorrrrr!!!

"...Gay também é gente..."

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| By : André

Depois de "descobertos" pelo mercado turístico como um público de alto poder aquisitivo e que gosta de gastar dinheiro quando viaja, os gays viraram definitivamente os queridinhos de muitas cidades turísticas.

É o que acontece com a capital pernambucana. Para mostrar seu desejo de acolher esse público, o Recife Convention & Visitors Bureau (RC&VB), associação que congrega empresas e entidades ligadas ao setor de turismo, elaborou a campanha "Friendly GLSBT - Pernambuco simpatiza com você", que distribui um selo "gay friendly" (algo como "amistoso aos gays") aos estabelecimentos que são considerados preparados para receber bem os homossexuais.

Para ser identificado facilmente, o selo tem o desenho de um arco-íris, símbolo gay universal. Até agora, receberam o título os hotéis Jangadeiro e Marolinda Cult, o Museu de Arte Contemporânea (MAC), a empresa de táxi aéreo NVO, o café Estação Quatro Cantos, a Pousada Quatro Cantos e o restaurante Patuá Delícias do Mar (os três últimos na vizinha Olinda).

Na cidade de São Paulo, diversos locais exibem adesivos com o mesmo propósito --divulgar que o público GLSBT (gays, lésbicas, simpatizantes, bissexuais e trans-sexuais) é bem-vindo. O diferencial do selo recifense é que ele é fornecido pelo RC&VB somente após o estabelecimento ter submetido seus funcionários a um treinamento.

Os workshops ministrados pela instituição orientam os funcionários que lidam com o público a não causarem nenhum tipo de constrangimento ao visitante gay. Em hotéis, por exemplo, os empregados são treinados para não se surpreenderem quando dois homens pedem uma cama de casal no quarto.

Já na NVO, o piloto Diego Pimentel conta que já levou um casal de lésbicas para um voo panorâmico adquirido por uma delas para que se reconciliassem nos céus de Recife. A ideia deu certo e o piloto manteve-se discreto por todo o trajeto.

"Friendly" depois da crise

O presidente do RC&VB e da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis, José Otávio Meira Lins, relata que a iniciativa foi tomada como parte da recuperação do setor após uma forte crise há sete anos, quando foram fechados 18 hotéis. Para atrair turistas --e dinheiro--, surgiu a ideia de preparar o setor e divulgar a cidade como acolhedora para o público GLSBT.

Ele afirma que a campanha tem custo baixo (apenas a placa e o treinamento de funcionários), e já se mostrou eficiente. Desde seu início, em novembro de 2008, calcula-se que as instituições que aderiram ao projeto tiveram aumento de cerca de 14% no número de turistas gays.

Além do selo, há também à disposição dos turistas nos hotéis folhetos com roteiros que contemplam 30 opções de passeio que o escritório indica para esse público. "Nossa preocupação é recomendar atrações que sejam seguras em todos os aspectos", explica Lins.

"A ideia do selo não é tachar os estabelecimentos como sendo lugares gays. Por enquanto, os hotéis, por exemplo, nem estão preparados para se restringir a esse mercado. A ideia é garantir aos gays a segurança de que nos locais onde há selo eles serão bem-recebidos e tratados como quaisquer outras pessoas", afirma Lins.

Fonte: Folha online.

Hoje é??