| By :
André
Já que hoje é sexta vai uma dica de um filminho pro fds. O filme dessa vez se chama Bem Me Quer, Mal Me Quer. A personagem Angeliqué (Audrey Tautou, do fabuloso Destino de Amélie Poulain)desenvolve uma paixão desmedida pelo médico Loïc (Samuel Le Bihan). A despeito de tudo o que seus amigos lhe dizem e de diversos acontecimentos que provam o contrário, Angélique persiste na idéia de que Loïc a ama de verdade, transformando o que de início parecia ser um desencontro amoroso em uma perigosa obsessão.
A personagem sofre de uma síndrome conhecida como Síndrome de Clérambault ou Erotomania que se trata do delírio de que uma pessoa que acredita que outra pessoa, geralmente de uma classe social mais elevada, está secretamente apaixonado por ela. O indíviduo que sofre dessa síndrome, pode também acreditar que ela e a pessoa, a qual está apaixonada, se comunicam secretamente através de métodos sutís como gestos de postura, arrumação de determinados objetos da casa, entre outros atos (ou, se o objeto for uma pessoa de imagem pública, através de indícios ou pistas na mídia). O objeto geralmente tem pouco ou nenhum contato com a pessoa que sofre da síndrome, que frequentemente acredita que o objeto iniciou a relação fictícia. Erotomania está dentro do contexto de esquizofrenia.
Ocasionalmente, o objeto do delírio não existe, no entanto, o mais comum são casos de indivíduos que sofrem desse delírio tendo como objeto pessoas da mídia, como cantores, atores e políticos.
Enfim, um filme sensível e com uma direção e roteiro surpreendentes. Por favor, assistam!
A personagem sofre de uma síndrome conhecida como Síndrome de Clérambault ou Erotomania que se trata do delírio de que uma pessoa que acredita que outra pessoa, geralmente de uma classe social mais elevada, está secretamente apaixonado por ela. O indíviduo que sofre dessa síndrome, pode também acreditar que ela e a pessoa, a qual está apaixonada, se comunicam secretamente através de métodos sutís como gestos de postura, arrumação de determinados objetos da casa, entre outros atos (ou, se o objeto for uma pessoa de imagem pública, através de indícios ou pistas na mídia). O objeto geralmente tem pouco ou nenhum contato com a pessoa que sofre da síndrome, que frequentemente acredita que o objeto iniciou a relação fictícia. Erotomania está dentro do contexto de esquizofrenia.
Ocasionalmente, o objeto do delírio não existe, no entanto, o mais comum são casos de indivíduos que sofrem desse delírio tendo como objeto pessoas da mídia, como cantores, atores e políticos.
Enfim, um filme sensível e com uma direção e roteiro surpreendentes. Por favor, assistam!


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